O programa gratuito Brasil Mais entra no seu quarto ciclo de capacitações. Nesta etapa, 50 micro e pequenas empresas do Leste Fluminense ligadas ao comércio, serviços e indústrias receberão consultorias no formato híbrido (presencial ou on-line) por um período de quatro meses. Nos três ciclos anteriores, as empresas participantes aumentaram em 88% a produtividade do negócio e o faturamento aumentou em 67%. Ao todo, mais de 1.700 empresas de todo o estado já participaram do programa. Para a nova fase, as MPE devem fazer sua inscrição até o dia 15 de março pelo link: https://sites.rj.sebrae.com.br/brasilmais/. O programa terá início no dia 21 de março.
Para Juliana Ventura, coordenadora do escritório do Sebrae Rio no Leste Fluminense, a proposta do Brasil Mais é promover o crescimento das empresas e gerar oportunidades de empregos. “A retomada da economia passa muito pela recuperação dos pequenos negócios. O consumidor mudou muito no último ano. É preciso inovar para ser competitivo no mercado. O programa Brasil Mais vai contribuir para o planejamento das empresas. Com o apoio dos agentes de inovação, os empreendedores terão a oportunidade de melhorar seus processos, serviços ou produtos, além da identificação de novos nichos de mercado”.
No período de consultoria, as micro e pequenas empresas serão acompanhadas por uma equipe de agentes locais de inovação, que irão identificar necessidades e apontar soluções para o desenvolvimento dos negócios. Durante a iniciativa, o empreendedor terá acesso a novas metodologias com foco na promoção de melhorias rápidas, de baixo custo e de alto impacto, de acompanhamento contínuo e consultorias especializadas.
Há 12 anos, a empreendedora Ingrid Nicolau atua na área de estética, mas sempre teve o sonho de oferecer cursos e não somente serviços. Com a entrada no programa, ela conseguiu planejar uma nova etapa da sua empresa “A minha empresa foi uma das selecionadas pelo Sebrae para participar do programa Brasil Mais. Nós começamos a fazer uma escala de todos os serviços ou produtos que poderiam ser oferecidos a mais dentro da empresa, e não somente como curso. Foi realizada uma avaliação geral do que a nossa empresa precisava melhorar para atingir esse objetivo. Foram cinco ou seis meses fazendo esse estudo, conseguimos montar uma sala de aula, desde a fase de construção, criação de ambiente, formatação de turma, pesquisa de mercado, processo de inovação dentro da área tecnológica em relação ao Instagram e ao Facebook. Desde então, comecei a trabalhar oferecendo cursos e outros serviços”, conta.
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