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Número de MEI cresce 10% em 2020 no Estado do Rio de Janeiro

Sebrae Rio lança podcast para orientar o microempreendedor individual
Por Redação
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Em 2020, 286,3 mil microempreendedores individuais (MEIs) foram formalizados no Estado do Rio de Janeiro, um aumento de 10% em relação ao ano anterior. A facilidade para formalizar o negócio está a um clique e é uma oportunidade para quem deseja sair da informalidade. Após decidir o ramo de atuação, o empreendedor que quer se tornar MEI precisa acessar o site oficial (gov.br/mei) e concordar com o Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Dispensa de Alvará e Licença de Funcionamento.

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Com o aumento do número de novos MEIs, muitas dúvidas surgem e, para esclarecer as vantagens de se formalizar como microempreendedor individual, começa hoje (24) a quarta temporada do Podcast “Escuta essa, empreendedor”. Desenvolvido pelo Sebrae Rio, serão seis novos episódios que vão orientar o empreendedor sobre diversos temas, entre eles: quais são os benefícios previdenciários, as obrigações tributárias, como proceder com a prefeitura, o processo de formalização, entre outros.

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“Quando o negócio é formalizado, o empreendedor adquire direitos. E talvez pela falta de informação ou pelo negócio ser embrionário, muitos empreendedores ainda não sabem quais são os seus direitos, benefícios e obrigações. Essa temporada vai esclarecer as principais dúvidas de quem já é um microempreendedor ou pretende abrir um negócio como MEI”, reforça Renan Barbosa, analista do Sebrae Rio.

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Os ouvintes poderão acompanhar todas as temporadas do programa nos aplicativos Spotify, Google Podcasts, Breaker, Radio Public, Overcast e PocketCasts. Desde que foi lançado, no fim de setembro, a audiência dos podcasts do Sebrae Rio vêm se consolidando e seu alcance vai além do Rio de Janeiro e dos estados brasileiros, ele é ouvido nos Estados Unidos, Espanha, Rússia, Holanda, México, Cingapura, Alemanha.

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Sobre o MEI – Para ser MEI, é necessário conhecer algumas informações. A primeira é ter faturamento de até R$ 81 mil por ano. Também não pode participar como sócio, administrador ou titular de outra empresa, além de poder contratar, no máximo, um funcionário que receba um salário-mínimo ou piso salarial da categoria profissional.

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