A velocidade das mudanças do mundo, seja no campo da tecnologia, do comportamento do consumidor ou da maior consciência das empresas quanto ao seu papel no mundo, está promovendo transformações no jeito em que vivemos, aprendemos e fazemos negócios. Essas mudanças estão dando espaço para o surgimento de pequenos negócios que nascem ambiciosos, com pensamento global, atentos às tendências tecnológicas e mais abertos à inovação.
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Atento a essas mudanças, o Sebrae Rio lança nova edição do programa SCALE UP. A proposta é elevar a competitividade e o potencial de geração de negócios das empresas de alto crescimento, contribuindo para a aceleração de seu crescimento de forma sustentável, impactando positivamente a economia e o ecossistema empreendedor do estado do Rio.
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Por meio de edital, serão selecionadas 50 pequenas empresas para participarem, durante oito meses, de atividades que contribuirão para o aumento da competitividade e o potencial de geração de negócios das empresas. Serão 136 horas de capacitação que inclui capacitações coletivas e individuais, coaching de liderança, mentorias de negócio, construção do plano de crescimento da empresa. As inscrições foram prorrogadas até 8 de setembro, pelo https://sites.rj.sebrae.com.br/scaleup/
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Para participar, a empresa deve possuir perfil de alto impacto/ alto crescimento, conforme o Programa Nacional Brasil + Inovador, elaborado pelo Sebrae, com base na definição da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE: crescimento de 20% ao ano nos últimos três anos; empreendedor com perfil orientado para crescimento e inovação; negócio escalável e inovador e ter dez ou mais funcionários.
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As empresas que já passaram pelo programa alcançaram resultados expressivos: crescimento de 200% no faturamento; 35% de aumento no ticket médio, mais de 500 empregos gerados no Rio de Janeiro, entre outros. Vezpa Pizzas, Trinks.com, Zoox Smart Data e a cervejaria Noi são apenas algumas delas.
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Apesar de poucas em termos quantitativos, as empresas de alto crescimento apresentam um papel relevante na estrutura empresarial do país, particularmente na geração de empregos formais. Segundo estudo desenvolvido pelo IBGE, o Brasil tem cerca de 20 mil empresas de alto crescimento, que ocupavam 2,7 milhões de pessoas assalariadas, ou seja, 8,3% das pessoas ocupadas no país.
